FNA/RPrt, participa em simulacro de queda de aeronave

 


 


 


O simulacro da queda de uma aeronave na periferia do aeroporto Francisco Sá Carneiro correu, hoje (13.03.2010), "dentro das expetativas" e foi importante para "afinar procedimentos", explicou o comandante do CDOS do Porto.





O simulacro, que para o comandante foi "importante para treinar a interação entre os vários agentes das operações civis" e "fundamental para afinar procedimentos", arrancou cerca das 15:30 com o incêndio do "avião despenhado".


 



 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


A representar a aeronave despenhada, foram utilizados três autocarros colocados de forma alinhada num descampado junto à estação de Metro de Modivas Sul, Vila do Conde, e aos quais foram acrescentadas "asas" e "cauda".


 


 


10 minutos depois do "acidente" chegaram os primeiros veículos de bombeiros do aeroporto, veículos da Cruz Vermelha e dos Bombeiros Voluntários de Vila do Conde.


 



 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


  


 


O incêndio na 'aeronave', acompanhado de explosões e efeitos pirotécnicos, foi extinguido em cerca de 20 minutos e os primeiros 2feridos graves" foram transportados, pelo INEM, para o hospital meia hora depois da "queda".


 


 


Enquanto isso, eram acionados pelo Posto de Comando montado no local todas as unidades hospitalares que se disponibilizaram para participar no exercício - Hospital de São João (Porto), Santos Silva (Gaia) e o de Braga - para onde, e após triagem pelo INEM, seriam transportadas as "'vítimas".


 


 


Para desempenhar o papel de "vítimas" (mortos e feridos graves) estiveram no local 150 figurantes, associados da Fraternidade de Nuno Álvares (FNA) e seus familiares.





O Simulacro Águia 10 visou também testar a resposta do distrito face a um acidente com ocorrências distintas e em simultâneo, pelo que além do acidente aéreo fizeram parte do exercício um incêndio florestal, um urbano e um industrial, além de um acidente rodoviário com vítimas e um acidente com matérias perigosas.


 


 


Estiveram envolvidas no simulacro 47 corporações de bombeiros, 115 veículos e 369 operacionais dos vários agentes de proteção civil.

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