Conselho Nacional ordinário dias 31/3 e 1/4 de 2012
Conselho Nacional deu passos importantes para o futuro da FNA
O Conselho Nacional da Fraternidade Nuno Álvares (FNA), que se realizou nos dias 31 de março e 1 de abril, em Fátima, aprovou, por maioria, a criação de uma Comissão de Trabalho que será responsável pela preparação dos procedimentos conducentes a abertura da FNA, para eventual aceitação de associados que não foram filiados no Corpo Nacional de Escutas.
A criação da comissão surgiu na sequência de uma proposta apresentada à mesa do Conselho Nacional que, subscrita pelas cinco regiões da FNA representadas no encontro, foi aprovada por cerca de cem participantes com direito a voto e uma abstenção.
“A criação desta equipa não impede que a questão seja discutida dentro dos núcleos”, sublinhou Jorge Caria, presidente da FNA, lançando mesmo o apelo para que “todos” os associados participem no processo e “façam chegar à direção nacional as suas ideias e opiniões”.
Além da importante tomada de posição, o Conselho Nacional ficou marcado pelo debate ativo entre os cerca de 150 participantes que, divididos em grupos de trabalho, deram continuidade às discussões das temáticas de quatro painéis (“A mística e vida escutista”, “Cidadania e serviço voluntário”, “Ambiente, natureza e ecologia” e “Animação da Fé”), iniciadas nas Jornadas Nacionais, realizadas em Aveiro, em outubro do ano passado.
Entre os vários momentos altos, nos quais foram focadas questões sobre o presente e o futuro da Associação, de sublinhar o protocolo assinado, no dia 31, entre a FNA e a Associação de Amigos da Serra da Estrela (ASE), um documento que veio oficializar uma parceria dinamizada no âmbito do projeto “Um Milhão de Carvalhos para a Serra da Estrela”.
Além de oficializar a cooperação entre as duas associações, que envolve atividades anuais de plantação de árvores autóctones, monitorização e reforço das áreas já intervencionadas através do projeto de reflorestação, o protocolo tem também como objetivo renovar a visibilidade do projeto criado no âmbito dos grandes incêndios que assolaram o Vale Glaciar do Zêzere no verão de 2005.
De sublinhar ainda a aprovação, por unanimidade, do Relatório e Contas do Exercício de 2011, bem como do Plano de Atividades e Orçamento para este ano.


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