Trilho de S. Cristóvão do Douro
A saída ao campo do mês de março foi no Douro, entre as vinhas despidas após a poda.
Esta não é a melhor altura do ano para visitar esta região, que agora está cinzenta e fria.
No entanto, a beleza natural é mesmo assim impressionante.
Começaram na aldeia de Provezende, que é lindíssima, cheia de casas brasonadas, ostentando a riqueza que existiu desde sempre em toda esta região.
Provesende foi já sede de concelho (agora pertence a Sabrosa) e teve uma escola de enxertadores, que ajudou a salvar as vinhas do Douro da Filoxera a doença que quase aniquilou as vinhas no sec. XIX.
A descida foi feita com alguma chuva esparsa, em 5 kms até ao Pinhão.
Nesta belíssima vila, mesmo ao pé da curva do Douro, onde o rio Pinhão desagua, aproveitaram para visitar a estação da CP, famosa pelos azulejos que retratam os trabalhos da vinha, com destaque para as vindimas.
O regresso, fizeram-no pelo lado direito do rio Pinhão. Depois de subir, tiveram alguma dificuldade para achar forma de descer até ao rio onde houvesse uma ponte, para o atravessar.
A subia até Provesende foi longa e muito difícil sempre entre vinhas e de paisagem deslumbrante.
Chegados á aldeia, aproveitaram para lanchar antes de regressar a casa, desta vez com chuva abundante, que os poupou, graças a Deus, enquanto andavam a pé.

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