Voluntariado da Fraternidade de Nuno Álvares no CNAE - Centro Nacional de Atividades Escutistas
Em resposta ao convite do Centro Nacional de Atividades Escutistas, concretizou-se nos dias 15 e 16 de Novembro, mais uma jornada de trabalho do projeto de florestação em simultâneo com a plantação do concurso “Green Cork 2014”, com a participação da Fraternidade representada por duas dezenas de associados oriundos de núcleos de Vila Real, Covilhã, Setúbal, Algarve e Lisboa, para mais um fim-de-semana destinado ao voluntariado ambiental.
Durante este fim-de-semana em terras de Idanha, as tarefas de plantação que calharam aos escuteiros em campo, estiveram relacionadas com as árvores, quer recebidas através do concurso de recolha de rolhas de cortiça (este ano foram 1690, por isso, tantas como os quilogramas recolhidas pelos Agrupamentos), quer as produzidas e mantidas no viveiro próprio do CNAE, de espécies autóctones e naturalizadas (plantas e sementes).
Primeiro no sábado, depois no domingo, os grupos de plantadores distribuíram-se pelo monte dos Lobos, monte Trigo, campo dos Templários e no Viveiro, tendo a chuva como aliada, o frio como desafio e um sorriso (esse foi mudando de cor…). Além deste “território” a partilha da Fraternidade foi sempre sentida: nas refeições, na entrega de prémios, na missa campal, nos coros “à volta da fogueira” (e na pernoita também!), nas arrumações, no tempo de avaliação e na hora do “Adeus”.
Foi sem dúvida uma atividade que decorreu em animado espírito escutista, de serviço e convívio entre os fraternos que se esforçaram para orientar as tarefas nos locais de plantação, entre o staff reforçado do CNAE que coordenou o programa e a centena e meia de escutas e seus dirigentes, dos Agrupamentos premiados naquele concurso, que deixaram novas árvores no Centro e certamente com vontade de regressar.
O projeto de “Reflorestação do CNAE” foi iniciado em 2010, através de protocolo de colaboração com a duração de cinco anos entre a FNA e o CNE e, desde então, participantes de ambas as associações têm realizado anualmente, jornadas de trabalho de manutenção das plantações e sistema de rega. Até agora sentimos que valeu a pena. Basta calcorrear os extensos hectares para se avaliar o pleno crescimento dos Alepos e de outras espécies autóctones e naturalizadas que têm sido plantadas e mantidas no CNAE.


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