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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
FNA - Núcleo de Lamego, celebra "CEIA DE NATAL'09", com Grupo da AEP
No dia 20 de Dezembro de 2009, realizou-se a CEIA DE NATAL da FNA - Núcleo de Lamego.
A Ceia de Natal, contou com a presença dos familiares, do Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Almacave e do Chefe do Grupo 49 do AEP de Lamego.
FNA - Núcleo de Lamego, faz "hikking", na Serra da Nossa Senhora das Candeias, em Avões
Na gelida manhã do dia 13 de Dezembro de 2009, a FNA - Núcleo de Lamego, realizou um passeio para apreciar as maravilhas que o Outono nos proporciona nesta altura do ano.
A paisagem pituresca da região enche-se de uma tonalidade maravilhosa, e embora o desconforto devido ao frio, não deixámos de realizar mais uma actividade.
O "Hikkimg" realizou-se na Serra da Nossa Senhora das Candeias, em Avões.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
FNA - Núcleo de Urgezes (RBrg) e o CNE AGR. 322 - URGEZES, promoveram homenagem aios fundadores do escutismo em Urgezes (AGR. 322)
A FNA - Núcleo de Urgeses juntamente com um grupo de escuteiros, fora do activo e com o CNE AGR. 322 - Urgezes, promoveram um jantar de homenagem aos fundadores do CNE em Urgezes.
O jantar decorreu no dia 12 de Dezembro.
Achou por bem a organização homenagear, no aniversário de 40 anos de escutismo em Urgeses, os seus fundadores,
A criação do escutismo em Urgezes fez com que beneficiasse tantos e tantos jovens durante os últimos quarenta anos.
Das quatro homenageados apenas dois compareceram, o Chefe José Maria e o Chefe Toninho. Faltaram o ex Pároco Rev. Pe. Joaquim Pimenta Rodrigues e a sua irmã Matilde Pimenta Rodrigues, por razões pessoais, no entanto não deixaram de enviar uma mensagem escrita dirigida aos homenageados presentes.
Aos homenageados foi oferecido a sua FICHA DE INSCRIÇÃO no CNE, em 1969.
domingo, 27 de dezembro de 2009
Vexilologia, da Bandeira Oficial da FNA/Nac
VEXILOLOGIA, da Bandeira da Fraternidade de Nuno Álvares (FNA) - Nacional
§ A Bandeira Nacional da FNA é rectangular, constituída por um campo verde debruado com uma franja dourada, sobre a qual assenta ao centro o distintivo da FNA, Flor de Lis em amarelo-ouro e a Cruz de Cristo sobreposta em vermelho, e o respectivo listel amarelo-ouro com a divisa ALERTA PARA SERVIR, com as letras a preto, tendo por cima do distintivo, formando arco, a inscrição FRATERNIDADE DE NUNO ÁLVARES, bordada a preto.
§ Campo verde. O verde simboliza, até na história do escutismo (a bandeira do 1º Acampamento em Brownsea), e também porque representa a Natureza a nossa mestra dos princípios do escutismo. Representa também uma nova esperança para o mundo e para as nações.
§ De cor verde também era a bandeira içada na gloriosa Batalha de Aljubarrota, evocando assim a figura admirável do nosso padroeiro, que foi o Capitão e Santo Condestável D. Nuno Álvares Pereira;
§ Cruz de Cristo, representa toda a nossa fé cristã e é o símbolo nacional, pois lembra-nos toda a nossa história ao serviço de Deus, levando navegadores e missionários em caravelas onde esta cruz estava representada nas enormes velas;
§ Listel amarelo, relembra-nos, através da forma um sorriso, que transmite um optimismo que nasce na nossa paz da consciência e na pureza da alma, sempre dedicadas ao Bem;
§ Flor de Lis, este símbolo é dedicado às delicadezas da Virtude, nomeadamente a Pureza, a Honra e a Lealdade. A fragilidade da Lis avisa-nos de que a Virtude também é, tal como a Flor de Lis, algo muito frágil e por isso devemos ter cuidados preciosos, que facilmente pode partir-se mas também deve-se sempre renovar;
§ Fraternidade de Nuno Álvares; nome da Associação Portuguesa de Escutismo Católico que a bandeira representa;
§ O dourado da franja, representa a fidelidade no
proceder e a constância na busca das soluções mais
adequadas.
FNA - Curiosidades, bandeiras oficiais
Hoje, e porque o tempo o permite, dado os associados da FNA estarem a dedicar-se à família,
" O DEVER DO ESCUTA COMEÇA EM CASA"
gostaria de deixar aqui um pequeno apontamento sobre as bandeiras oficiais da FNA.
sábado, 26 de dezembro de 2009
FNA - Departamento Nacional de Radioescutismo, lança DIPLOMA "SERRAS DE PORTUGAL"
O objectivo deste Diploma é trabalhar as Serras existentes no Continente e Ilhas de Portugal.
O Diploma Serras de Portugal é editado pelo Departamento Nacional de Radioescutismo da Fraternidade de Nuno Álvares (FNA).
Mais informações disponíveis em:
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Mensagem «Urbi et Orbi», de S.s. o Papa Bento XVI
Queridos irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro, e vós todos, homens e mulheres amados pelo Senhor!
«Lux fulgebit hodie super nos,
quia natus est nobis Dominus.
- Hoje sobre nós resplandecerá uma luz
porque nasceu para nós o Senhor»
(Missal Romano: Antífona de Entrada, da Missa da Aurora no Natal do Senhor).
A liturgia da Missa da Aurora lembrou-nos que a noite já passou, o dia vai alto; a luz que provém da gruta de Belém resplandece sobre nós.
Todavia a Bíblia e a Liturgia não nos falam da luz natural, mas de uma luz diversa, especial, de algum modo apontada e orientada para um «nós», o mesmo «nós» para quem o Menino de Belém «nasceu». Este «nós» é a Igreja, a grande família universal dos que acreditam em Cristo, que aguardaram com esperança o novo nascimento do Salvador e hoje celebram no mistério a perene actualidade deste acontecimento.
Ao princípio, ao redor da manjedoura de Belém, aquele «nós» era quase invisível aos olhos dos homens. Como nos diz o Evangelho de São Lucas, englobava, para além de Maria e José, poucos e humildes pastores que acorreram à gruta avisados pelos Anjos. A luz do primeiro Natal foi como um fogo aceso na noite. À volta tudo estava escuro, enquanto na gruta resplandecia a luz verdadeira «que ilumina todo o homem» (Jo 1, 9). E no entanto tudo acontece na simplicidade e ocultamente, segundo o estilo com que Deus actua em toda a história da salvação. Deus gosta de acender luzes circunscritas, para iluminarem depois ao longe e ao largo.
A Verdade e também o Amor, que são o seu conteúdo, acendem-se onde a luz é acolhida, difundindo-se depois em círculos concêntricos, quase por contacto, nos corações e mentes de quantos, abrindo-se livremente ao seu esplendor, se tornam por sua vez fontes de luz. É a história da Igreja que inicia o seu caminho na pobre gruta de Belém e, através dos séculos, se torna Povo e fonte de luz para a humanidade. Também hoje, por meio daqueles que vão ao encontro do Menino, Deus ainda acende fogueiras na noite do mundo para convidar os homens a reconhecerem em Jesus o «sinal» da sua presença salvífica e libertadora e estender o «nós» dos crentes em Cristo à humanidade inteira.
Onde quer que haja um «nós» que acolhe o amor de Deus, aí resplandece a luz de Cristo, mesmo nas situações mais difíceis. A Igreja, como a Virgem Maria, oferece ao mundo Jesus, o Filho, que Ela própria recebeu em dom e que veio para libertar o homem da escravidão do pecado. Como Maria, a Igreja não tem medo, porque aquele Menino é a sua força. Mas, não O guarda para si: oferece-O a quantos O procuram de coração sincero, aos humildes da terra e aos aflitos, às vítimas da violência, a quantos suspiram pelo bem da paz. Também hoje, à família humana profundamente marcada por uma grave crise, certamente económica mas antes ainda moral, e por dolorosas feridas de guerras e conflitos, a Igreja, com o estilo da partilha e da fidelidade ao homem, repete com os pastores: «Vamos até Belém» (Lc 2, 15), lá encontraremos a nossa esperança.
O «nós» da Igreja vive no território onde Jesus nasceu, na Terra Santa, para convidar os seus habitantes a abandonarem toda a lógica de violência e represália e a comprometerem-se com renovado vigor e generosidade no caminho para uma convivência pacífica. O «nós» da Igreja está presente nos outros países do Médio Oriente. Como não pensar na atribulada situação do Iraque e no «pequenino rebanho» de cristãos que vive na região? Às vezes sofre violências e injustiças, mas está sempre disposto a oferecer a sua própria contribuição para a edificação da convivência civil contrária à lógica do conflito e rejeição do vizinho. O «nós» da Igreja actua no Sri Lanka, na Península Coreana e nas Filipinas, e ainda noutras terras asiáticas, como fermento de reconciliação e de paz. No continente africano, não cessa de erguer a voz até Deus para implorar o fim de toda a prepotência na República Democrática do Congo; convida os cidadãos da Guiné e do Níger ao respeito dos direitos de cada pessoa e ao diálogo; aos de Madagáscar pede para superarem as divisões internas e acolherem-se reciprocamente; a todos lembra que são chamados à esperança, não obstante os dramas, provações e dificuldades que continuam a afligi-los. Na Europa e na América do Norte, o «nós» da Igreja incita a superar a mentalidade egoísta e tecnicista, a promover o bem comum e a respeitar as pessoas mais débeis, a começar daquelas ainda por nascer. Nas Honduras, ajuda a retomar o caminho institucional; em toda a América Latina, o «nós» da Igreja é factor de identidade, plenitude de verdade e caridade que nenhuma ideologia pode substituir, apelo ao respeito dos direitos inalienáveis de cada pessoa e ao seu desenvolvimento integral, anúncio de justiça e fraternidade, fonte de unidade.
Fiel ao mandato do seu Fundador, a Igreja é solidária com aqueles que são atingidos pelas calamidades naturais e pela pobreza, mesmo nas sociedades opulentas. Frente ao êxodo de quantos emigram da sua terra e são arremessados para longe pela fome, a intolerância ou a degradação ambiental, a Igreja é uma presença que chama ao acolhimento. Numa palavra, a Igreja anuncia por toda a parte o Evangelho de Cristo, apesar das perseguições, as discriminações, os ataques e a indiferença, por vezes hostil, mas que lhe consentem de partilhar a sorte do seu Mestre e Senhor.
Queridos irmãos e irmãs, que grande dom é fazer parte de uma comunhão que é para todos! É a comunhão da Santíssima Trindade, de cujo seio desceu ao mundo o Emanuel, Jesus, Deus-connosco. Como os pastores de Belém, contemplamos cheios de maravilha e gratidão este mistério de amor e de luz! Boas-festas de Natal para todos!
Cidade do Vaticano, 25 de Dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
FNA - BLOG ESTÁ DE PARABÉNS
Em vésperas de NATAL'09, a FNA está de parabéns.
O BLOG oficial da FNA/Nac:
ultrapassa o número mítico de 4 (quatro) digitos, chegou às 10.000 visitas, no dia e hoje (23.12.2009), uma boa prenda, em vésperas do dia de Natal, para a FNA/Nac, que também por aqui, utilizando as novas tecnologias, dá prova da sua vitalidade.
Parabéns a todos.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
FNA - Núcleo da Polvoreira (RBrg), levou a efeito campanha "NATAL SOLIDÁRIO"
Nos passados dias 12, 19 e 20.12.2009 a FNA – Núcleo da Polvoreira levou a efeito a campanha “Natal Solidário”.
Procederam durante os três dias à recolha de géneros alimentares numa das grandes superfícies comerciais da cidade, tendo angariado 2.360 Kg de produtos que o Centro Social da Paróquia de Polvoreira se encarregará de os distribuir.
As equipas de associados iam-se renovando ao longo dos dias.
Pelo testemunhos deixado “ ... foi uma experiência muito gratificante para todos nós, pelos contactos que estabelecemos e, principalmente, pela grande adesão das pessoas. ...“
Esta acção de solidariedade (BA) constituiu para a FNA – Núcleo da Polvoreira a melhor inauguração da sua Sede.
domingo, 20 de dezembro de 2009
FNA - Núcleo de Esgueira (RAvr), esteve na festa da partida de caminheiro do CNe AGR. 136 - ESGUEIRA
Viveu-se hoje um momento importante na vida do JU (João Reis) e do Daniel Rocha, dois caminheiros do CNE – AGR. 136 – ESGUEIRA.
Chegaram ao “terminus” de um plano de formação, chegou a hora a partida.
Rodeados dos irmãos escutas do Agrupamento, familiares e amigos, fizeram a sua partida, mas primeiro pediram a bênção, para as novas etapas da sua vida.
A FNA – Núcleo de Esgueira esteve presente, também para deixar uma mensagem de esperança e de continuidade para este dois irmãos escutas, pois “UMA VEZ ESCUTA, SEMPRE ESCUTA”.
Dizer-lhes que o seu projecto pessoal de formação pode continuar na Fraternidade de Nuno Álvares (Associação dos Antigos Filiados no Corpo Nacional de Escutas), onde o escutismo adulto lhe propõe a continuação de sua formação pessoal na fé sendo uma escola de formação permanente para a cidadania, pelo serviço.
É a CONSTRUÇÃO PLENA DO HOMEM NOVO, porque a sociedade global, precisa de HOMENS que dêem testemunho.
A tentativas de abafar a dimensão religiosa da vida com a inserção de elementos que lhe são totalmente estranhos, podem começar a ver desmoronar-se, mas par isso são precisos de vozes bem formadas, capazes de dar testemunho.
Deve o escutismo aproveitar ocasiões como as vividas pelo Ju e pelo Daniel Rocha, no dia de hoje, para se revigorar na fé e dar testemunho de justiça e de caridade.
FNA - Núcleo de Esgueira (RAvr), na celebração de natal, do CNE - AGR. 136 - ESGUEIRA
A convite, gentilmente endereçado, pela Direcção do CNE – AGR. 136 – Esgueira, a FNA – Núcleo de Esgueira participou na celebração de Natal, na Igreja Matriz de Esgueira, onde o Agrupamento se reuniu na sua maior força com toda a família escutista de Esgueira, escuteiros, pais, irmãos e amigo, que encheram a Igreja.
Com o imaginário, das celebrações do natal em família, onde o materialismo que nesta quadra facilmente nos cega, poderá, efectivamente dar lugar a um reencontro com a dimensão espiritual da vida.
As secções que se iam passando pelo imaginário da história que nos ia sendo contada, deram-nos a oportunidade para repensar os valores da união da família, da solidariedade para com os outros, a qualidade da relação humana e a própria fé.
FELIZ e SANTO NATAL
sábado, 19 de dezembro de 2009
FNA - Núcleo de Ílhavo (RAvr), faz presépio na Igreja Matriz
Correspondendo as expectativas aquando do convite para a realização do presépio'09, da Igreja matriz de Ílhavo, a FNA - Núcleo de Ílhavo arregaçou as mangas e pós mãos à obra.
Agora as imagens irão sendo colocadas acompanhando os vários momentos litúrgicos, sendo o menino Jesus colocado durante a missa do galo, conforme tradição secular.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
FNA - Núcleo de Ílhavo (RAvr), faz presépio na Igreja Matriz
A pedido do Pároco e assistente do Núcleo, cabe, este ano, a realização do PRESÉPIO'09 à FNA - Núcleo de Ílhavo, na Igreja Matriz.
Foi-lhes pedido a realização dum presépio monumental, tal como se fazia nos anos 60, 70 e 80.
Boa caça.
Ficamos a aguardar fotografias do presépio.
FNA/RLsb, edita orgão informativo
A FNA/RLsb, edita orgão informativo a lhe chamou "LAIS DE GUIA", mais um documento onde cada associado residente na Região de Lisboa, pode acompanhar o "pulsar" da região.
Encontra-se disponível no BLOG oficial da FNA/RLsb:
FNA - Núcleo da Polvoreira (RBrg), celebra 42º Aniversário
No passado sábado (12.12.2009), o Núcleo de Polvoreira celebrou o seu 42.º ANIVERSÁRIO, com o acto inaugural da sua Sede e o início da campanha “Natal Solidário”.
Cumpriu-se um sonho com mais de quarenta anos!
Presidiu à cerimónia o Sr. Presidente da Câmara Municipal, Dr. António Magalhães, que, juntamente com o associado Carlos Oliveira, Presidente da Junta de Freguesia de Polvoreira, descerrou a placa registadora do evento.
Seguiu-se o “Pedido de Bênção” para os presentes, a Sessão Solene e um Porto de Honra, com a presença dos associados, familiares e presidentes das Associações de Polvoreira.
Esteve presente o Presidente da Direcção Regional da FNA/RBrg e o presidente da Direcção da FNA - Núcleo de Urgezes, freguesia onde se situa a Sede.
Da parte da tarde, foi servido o almoço, uma retrospectiva fotográfica das actividades de 2009 e a Eucaristia.
No domingo, deu-se início à campanha “Natal Solidário”, procedendo à recolha de géneros alimentares no Intermarché de Urgezes, tendo recolhido, num só dia, uma tonelada de alimentos.
A campanha prosseguirá no próximo fim-de-semana, no mesmo local.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
FNA - Cria "MAILING LIST", no Google grupos
Seja bem-vindo ao grupo da Fraternidade de Nuno Álvares (Escutismo adulto).
É com muita alegria que vos saúdo.
A Internet é um caminho deslumbrante, cheio de magia e de fascínio, é igualmente um meio imprescindível para construir a comunhão humana e eclesial, que a Igreja como casa e escola de comunhão se propõe realizar.
Vindes ao encontro do Escutismo que deseja ser âncora de um mundo novo e farol a iluminar os navegantes em busca de uma sociedade melhor.
Vindes ao encontro do Escutismo que deseja ser âncora de um mundo novo e farol a iluminar os navegantes em busca de uma sociedade melhor.
Assim, proponho-vos a ADESÃO à seguinte "MAILING LIST":
Sede em Lisboa, 15 de Dezembro de 2009
O Chefe do Departamento Nacional de Internet e Multimédia
Assinatura ilegível
( Victor Manuel Pereira da Rocha)
Dirigente
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
7ª CONFERÊNCIA EUROPEIA DA ISGF/AISG
7ª Conferência Europeia da ISGF/AISG, realiza-se de 03 a 07 de Novembro de 2010, na bela região de Agia Napa, no Chipre.
Como seria interessante uma forte presença portuguesa (FNA), neste evento.
Mais informações disponíveis em:
2010 - Ano Internacional da Biodiversidade
O ano 2010 foi declarado, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, como o Ano Internacional da Biodiversidade, com o intuito de promover a sensibilização para a importância da Biodiversidade e como forma de chamar a atenção da sua perda contínua.
Através de algumas actividades de comemoração e celebração deste Ano, pretende-se realçar a importância vital que a biodiversidade tem para o bem-estar humano e para a sua sobrevivência.
DIA MUNDIAL DA PAZ (01.01.2010)- Mensagem de S. Santidade o Papa Bento XVI
MENSAGEM DE SUA SANTIDADE
BENTO XVI
PARA A CELEBRAÇÃO DO
DIA MUNDIAL DA PAZ
BENTO XVI
PARA A CELEBRAÇÃO DO
DIA MUNDIAL DA PAZ
1 DE JANEIRO DE 2010
"Se quiseres cultivar a paz, preserva a criação".
1. Por ocasião do início do Ano Novo, desejo expressar os mais ardentes votos de paz a todas as comunidades cristãs, aos responsáveis das nações, aos homens e mulheres de boa vontade do mundo inteiro. Para este XLIII Dia Mundial da Paz, escolhi o tema: Se quiseres cultivar a paz, preserva a criação. O respeito pela criação reveste-se de grande importância, designadamente porque «a criação é o princípio e o fundamento de todas as obras de Deus»[1] e a sua salvaguarda torna-se hoje essencial para a convivência pacífica da humanidade. Com efeito, se são numerosos os perigos que ameaçam a paz e o autêntico desenvolvimento humano integral, devido à desumanidade do homem para com o seu semelhante – guerras, conflitos internacionais e regionais, actos terroristas e violações dos direitos humanos –, não são menos preocupantes os perigos que derivam do desleixo, se não mesmo do abuso, em relação à terra e aos bens naturais que Deus nos concedeu. Por isso, é indispensável que a humanidade renove e reforce «aquela aliança entre ser humano e ambiente que deve ser espelho do amor criador de Deus, de Quem provimos e para Quem estamos a caminho».[2]
2. Na encíclica Caritas in veritate, pus em realce que o desenvolvimento humano integral está intimamente ligado com os deveres que nascem da relação do homem com o ambiente natural, considerado como uma dádiva de Deus para todos, cuja utilização comporta uma responsabilidade comum para com a humanidade inteira, especialmente os pobres e as gerações futuras. Assinalei também que corre o risco de atenuar-se, nas consciências, a noção da responsabilidade, quando a natureza e sobretudo o ser humano são considerados simplesmente como fruto do acaso ou do determinismo evolutivo.[3] Pelo contrário, conceber a criação como dádiva de Deus à humanidade ajuda-nos a compreender a vocação e o valor do homem; na realidade, cheios de admiração, podemos proclamar com o salmista: «Quando contemplo os céus, obra das vossas mãos, a lua e as estrelas que lá colocastes, que é o homem para que Vos lembreis dele, o filho do homem para dele Vos ocupardes?» (Sl 8, 4-5). Contemplar a beleza da criação é um estímulo para reconhecer o amor do Criador; aquele Amor que «move o sol e as outras estrelas».[4]
3. Há vinte anos, ao dedicar a Mensagem do Dia Mundial da Paz ao tema Paz com Deus criador, paz com toda a criação, o Papa João Paulo II chamava a atenção para a relação que nós, enquanto criaturas de Deus, temos com o universo que nos circunda. «Observa-se nos nossos dias – escrevia ele – uma consciência crescente de que a paz mundial está ameaçada (…) também pela falta do respeito devido à natureza». E acrescentava que esta consciência ecológica «não deve ser reprimida mas antes favorecida, de maneira que se desenvolva e vá amadurecendo até encontrar expressão adequada em programas e iniciativas concretas».[5] Já outros meus predecessores se referiram à relação existente entre o homem e o ambiente; por exemplo, em 1971, por ocasião do octogésimo aniversário da encíclica Rerum novarum de Leão XIII, Paulo VI houve por bem sublinhar que, «por motivo de uma exploração inconsiderada da natureza, [o homem] começa a correr o risco de a destruir e de vir a ser, também ele, vítima dessa degradação». E acrescentou que, deste modo, «não só o ambiente material se torna uma ameaça permanente – poluições e lixo, novas doenças, poder destruidor absoluto – mas é o próprio contexto humano que o homem não consegue dominar, criando assim para o dia de amanhã um ambiente global que se lhe poderá tornar insuportável. Problema social de grande envergadura, este, que diz respeito à inteira família humana».[6]
4. Embora evitando de intervir sobre soluções técnicas específicas, a Igreja, «perita em humanidade», tem a peito chamar vigorosamente a atenção para a relação entre o Criador, o ser humano e a criação. Em 1990, João Paulo II falava de «crise ecológica» e, realçando o carácter prevalecentemente ético de que a mesma se revestia, indicava «a urgente necessidade moral de uma nova solidariedade».[7] Hoje, com o proliferar de manifestações duma crise que seria irresponsável não tomar em séria consideração, tal apelo aparece ainda mais premente. Pode-se porventura ficar indiferente perante as problemáticas que derivam de fenómenos como as alterações climáticas, a desertificação, o deterioramento e a perda de produtividade de vastas áreas agrícolas, a poluição dos rios e dos lençóis de água, a perda da biodiversidade, o aumento de calamidades naturais, o desflorestamento das áreas equatoriais e tropicais? Como descurar o fenómeno crescente dos chamados «prófugos ambientais», ou seja, pessoas que, por causa da degradação do ambiente onde vivem, se vêem obrigadas a abandoná-lo – deixando lá muitas vezes também os seus bens – tendo de enfrentar os perigos e as incógnitas de uma deslocação forçada? Com não reagir perante os conflitos, já em acto ou potenciais, relacionados com o acesso aos recursos naturais? Trata-se de um conjunto de questões que têm um impacto profundo no exercício dos direitos humanos, como, por exemplo, o direito à vida, à alimentação, à saúde, ao desenvolvimento.
5. Entretanto tenha-se na devida conta que não se pode avaliar a crise ecológica prescindindo das questões relacionadas com ela, nomeadamente o próprio conceito de desenvolvimento e a visão do homem e das suas relações com os seus semelhantes e com a criação. Por isso, é decisão sensata realizar uma revisão profunda e clarividente do modelo de desenvolvimento e também reflectir sobre o sentido da economia e dos seus objectivos, para corrigir as suas disfunções e deturpações. Exige-o o estado de saúde ecológica da terra; reclama-o também e sobretudo a crise cultural e moral do homem, cujos sintomas há muito tempo que se manifestam por toda a parte.[8] A humanidade tem necessidade de uma profunda renovação cultural; precisa de redescobrir aqueles valores que constituem o alicerce firme sobre o qual se pode construir um futuro melhor para todos. As situações de crise que está atravessando, de carácter económico, alimentar, ambiental ou social, no fundo são também crises morais e estão todas interligadas. Elas obrigam a projectar de novo a estrada comum dos homens. Impõem, de maneira particular, um modo de viver marcado pela sobriedade e solidariedade, com novas regras e formas de compromisso, apostando com confiança e coragem nas experiências positivas realizadas e rejeitando decididamente as negativas. É o único modo de fazer com que a crise actual se torne uma ocasião para discernimento e nova projectação.
6. Porventura não é verdade que, na origem daquela que em sentido cósmico chamamos «natureza», há «um desígnio de amor e de verdade»? O mundo «não é fruto duma qualquer necessidade, dum destino cego ou do acaso, (…) procede da vontade livre de Deus, que quis fazer as criaturas participantes do seu Ser, da sua sabedoria e da sua bondade».[9] Nas suas páginas iniciais, o livro do Génesis introduz-nos no projecto sapiente do cosmos, fruto do pensamento de Deus, que, no vértice, colocou o homem e a mulher, criados à imagem e semelhança do Criador, para «encher e dominar a terra» como «administradores» em nome do próprio Deus (cf. Gn 1, 28). A harmonia descrita na Sagrada Escritura entre o Criador, a humanidade e a criação foi quebrada pelo pecado de Adão e Eva, do homem e da mulher, que pretenderam ocupar o lugar de Deus, recusando reconhecer-se como suas criaturas. Em consequência, ficou deturpada também a tarefa de «dominar» a terra, de a «cultivar e guardar» e gerou-se um conflito entre eles e o resto da criação (cf. Gn 3, 17-19). O ser humano deixou-se dominar pelo egoísmo, perdendo o sentido do mandato de Deus, e, no relacionamento com a criação, comportou-se como explorador pretendendo exercer um domínio absoluto sobre ela. Mas o verdadeiro significado do mandamento primordial de Deus, bem evidenciado no livro do Génesis, não consistia numa simples concessão de autoridade, mas antes num apelo à responsabilidade. Aliás, a sabedoria dos antigos reconhecia que a natureza está à nossa disposição, mas não como «um monte de lixo espalhado ao acaso»,[10] enquanto a Revelação bíblica nos fez compreender que a natureza é dom do Criador, o Qual lhe traçou os ordenamentos intrínsecos a fim de que o homem pudesse deduzir deles as devidas orientações para a «cultivar e guardar» (cf. Gn 2, 15).[11] Tudo o que existe pertence a Deus, que o confiou aos homens, mas não à sua arbitrária disposição. E quando o homem, em vez de desempenhar a sua função de colaborador de Deus, se coloca no lugar de Deus, acaba por provocar a rebelião da natureza, «mais tiranizada que governada por ele».[12] O homem tem, portanto, o dever de exercer um governo responsável da criação, preservando-a e cultivando-a.[13]
7. Infelizmente temos de constatar que um grande número de pessoas, em vários países e regiões da terra, experimenta dificuldades cada vez maiores, porque muitos se descuidam ou se recusam a exercer sobre o ambiente um governo responsável. O Concílio Ecuménico Vaticano II lembrou que «Deus destinou a terra com tudo o que ela contém para uso de todos os homens e povos».[14] Por isso, a herança da criação pertence à humanidade inteira. Entretanto o ritmo actual de exploração põe seriamente em perigo a disponibilidade de alguns recursos naturais não só para a geração actual, mas sobretudo para as gerações futuras.[15] Ora não é difícil constatar como a degradação ambiental é muitas vezes o resultado da falta de projectos políticos clarividentes ou da persecução de míopes interesses económicos, que se transformam, infelizmente, numa séria ameaça para a criação. Para contrastar tal fenómeno, na certeza de que «cada decisão económica tem consequências de carácter moral»,[16] é necessário também que a actividade económica seja mais respeitadora do ambiente. Quando se lança mão dos recursos naturais, é preciso preocupar-se com a sua preservação prevendo também os seus custos em termos ambientais e sociais, que se devem contabilizar como uma parcela essencial da actividade económica. Compete à comunidade internacional e aos governos nacionais dar os justos sinais para contrastar de modo eficaz, no uso do ambiente, as modalidades que resultem danosas para o mesmo. Para proteger o ambiente e tutelar os recursos e o clima é preciso, por um lado, agir no respeito de normas bem definidas mesmo do ponto de vista jurídico e económico e, por outro, ter em conta a solidariedade devida a quantos habitam nas regiões mais pobres da terra e às gerações futuras.
8. Na realidade, é urgente a obtenção de uma leal solidariedade entre as gerações. Os custos resultantes do uso dos recursos ambientais comuns não podem ficar a cargo das gerações futuras. «Herdeiros das gerações passadas e beneficiários do trabalho dos nossos contemporâneos, temos obrigações para com todos, e não podemos desinteressar-nos dos que virão depois de nós aumentar o círculo da família humana. A solidariedade universal é para nós não só um facto e um benefício, mas também um dever. Trata-se de uma responsabilidade que as gerações presentes têm em relação às futuras, uma responsabilidade que pertence também a cada um dos Estados e à comunidade internacional».[17] O uso dos recursos naturais deverá verificar-se em condições tais que as vantagens imediatas não comportem consequências negativas para os seres vivos, humanos e não humanos, presentes e vindouros; que a tutela da propriedade privada não dificulte o destino universal dos bens;[18] que a intervenção do homem não comprometa a fecundidade da terra para benefício do dia de hoje e do amanhã. Para além de uma leal solidariedade entre as gerações, há que reafirmar a urgente necessidade moral de uma renovada solidariedade entre os indivíduos da mesma geração, especialmente nas relações entre os países em vias de desenvolvimento e os países altamente industrializados: «A comunidade internacional tem o imperioso dever de encontrar as vias institucionais para regular a exploração dos recursos não renováveis, com a participação também dos países pobres, de modo a planificar em conjunto o futuro».[19] A crise ecológica manifesta a urgência de uma solidariedade que se projecte no espaço e no tempo. Com efeito, é importante reconhecer, entre as causas da crise ecológica actual, a responsabilidade histórica dos países industrializados. Contudo os países menos desenvolvidos e, de modo particular, os países emergentes não estão exonerados da sua própria responsabilidade para com a criação, porque o dever de adoptar gradualmente medidas e políticas ambientais eficazes pertence a todos. Isto poder-se-ia realizar mais facilmente se houvesse cálculos menos interesseiros na assistência, na transferência dos conhecimentos e tecnologias menos poluidoras.
9. Um dos nós principais a enfrentar pela comunidade internacional é, sem dúvida, o dos recursos energéticos, delineando estratégias compartilhadas e sustentáveis para satisfazer as necessidades de energia da geração actual e das gerações futuras. Para isso, é preciso que as sociedades tecnologicamente avançadas estejam dispostas a favorecer comportamentos caracterizados pela sobriedade, diminuindo as próprias necessidades de energia e melhorando as condições da sua utilização. Ao mesmo tempo é preciso promover a pesquisa e a aplicação de energias de menor impacto ambiental e a «redistribuição mundial dos recursos energéticos, de modo que os próprios países desprovidos possam ter acesso aos mesmos».[20] Deste modo, a crise ecológica oferece uma oportunidade histórica para elaborar uma resposta colectiva tendente a converter o modelo de desenvolvimento global segundo uma direcção mais respeitadora da criação e de um desenvolvimento humano integral, inspirado nos valores próprios da caridade na verdade. Faço votos, portanto, de que se adopte um modelo de desenvolvimento fundado na centralidade do ser humano, na promoção e partilha do bem comum, na responsabilidade, na consciência da necessidade de mudar os estilos de vida e na prudência, virtude que indica as acções que se devem realizar hoje na previsão do que poderá suceder amanhã.[21]
10. A fim de guiar a humanidade para uma gestão globalmente sustentável do ambiente e dos recursos da terra, o homem é chamado a concentrar a sua inteligência no campo da pesquisa científica e tecnológica e na aplicação das descobertas que daí derivam. A «nova solidariedade», que João Paulo II propôs na Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 1990,[22] e a «solidariedade global», a que eu mesmo fiz apelo na Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 2009,[23] apresentam-se como atitudes essenciais para orientar o compromisso de tutela da criação através de um sistema de gestão dos recursos da terra melhor coordenado a nível internacional, sobretudo no momento em que se vê aparecer, de forma cada vez mais evidente, a forte relação que existe entre a luta contra a degradação ambiental e a promoção do desenvolvimento humano integral. Trata-se de uma dinâmica imprescindível, já que «o desenvolvimento integral do homem não pode realizar-se sem o desenvolvimento solidário da humanidade».[24] Muitas são hoje as oportunidades científicas e os potenciais percursos inovadores, mediante os quais é possível fornecer soluções satisfatórias e respeitadoras da relação entre o homem e o ambiente. Por exemplo, é preciso encorajar as pesquisas que visam identificar as modalidades mais eficazes para explorar a grande potencialidade da energia solar. A mesma atenção se deve prestar à questão, hoje mundial, da água e ao sistema hidrogeológico global, cujo ciclo se reveste de primária importância para a vida na terra, mas está fortemente ameaçado na sua estabilidade pelas alterações climáticas. De igual modo deve-se procurar apropriadas estratégias de desenvolvimento rural centradas nos pequenos cultivadores e nas suas famílias, sendo necessário também elaborar políticas idóneas para a gestão das florestas, o tratamento do lixo, a valorização das sinergias existentes no contraste às alterações climáticas e na luta contra a pobreza. São precisas políticas nacionais ambiciosas, completadas pelo necessário empenho internacional que há-de trazer importantes benefícios sobretudo a médio e a longo prazo. Enfim, é necessário sair da lógica de mero consumo para promover formas de produção agrícola e industrial que respeitem a ordem da criação e satisfaçam as necessidades primárias de todos. A questão ecológica não deve ser enfrentada apenas por causa das pavorosas perspectivas que a degradação ambiental esboça no horizonte; o motivo principal há-de ser a busca duma autêntica solidariedade de dimensão mundial, inspirada pelos valores da caridade, da justiça e do bem comum. Por outro lado, como já tive ocasião de recordar, a técnica «nunca é simplesmente técnica; mas manifesta o homem e as suas aspirações ao desenvolvimento, exprime a tensão do ânimo humano para uma gradual superação de certos condicionamentos materiais. Assim, a técnica insere-se no mandato de “cultivar e guardar a terra” (cf. Gn 2, 15) que Deus confiou ao homem, e há-de ser orientada para reforçar aquela aliança entre ser humano e ambiente em que se deve reflectir o amor criador de Deus».[25]
11. É cada vez mais claro que o tema da degradação ambiental põe em questão os comportamentos de cada um de nós, os estilos de vida e os modelos de consumo e de produção hoje dominantes, muitas vezes insustentáveis do ponto de vista social, ambiental e até económico. Torna-se indispensável uma real mudança de mentalidade que induza a todos a adoptarem novos estilos de vida, «nos quais a busca do verdadeiro, do belo e do bom e a comunhão com os outros homens, em ordem ao crescimento comum, sejam os elementos que determinam as opções do consumo, da poupança e do investimento».[26] Deve-se educar cada vez mais para se construir a paz a partir de opções clarividentes a nível pessoal, familiar, comunitário e político. Todos somos responsáveis pela protecção e cuidado da criação. Tal responsabilidade não conhece fronteiras. Segundo o princípio de subsidiariedade, é importante que cada um, no nível que lhe corresponde, se comprometa a trabalhar para que deixem de prevalecer os interesses particulares. Um papel de sensibilização e formação compete de modo particular aos vários sujeitos da sociedade civil e às organizações não-governamentais, empenhados com determinação e generosidade na difusão de uma responsabilidade ecológica, que deveria aparecer cada vez mais ancorada ao respeito pela «ecologia humana». Além disso, é preciso lembrar a responsabilidade dos meios de comunicação social neste âmbito, propondo modelos positivos que sirvam de inspiração. É que ocu-par-se do ambiente requer uma visão larga e global do mundo; um esforço comum e responsável a fim de passar de uma lógica centrada sobre o interesse egoísta da nação para uma visão que sempre abrace as necessidades de todos os povos. Não podemos permanecer indiferentes àquilo que sucede ao nosso redor, porque a deterioração de uma parte qualquer do mundo recairia sobre todos. As relações entre pessoas, grupos sociais e Estados, bem como as relações entre homem e ambiente são chamadas a assumir o estilo do respeito e da «caridade na verdade». Neste contexto alargado, é altamente desejável que encontrem eficaz correspondência os esforços da comunidade internacional que visam obter um progressivo desarmamento e um mundo sem armas nucleares, cuja mera presença ameaça a vida da terra e o processo de desenvolvimento integral da humanidade actual e futura.
12. A Igreja tem a sua parte de responsabilidade pela criação e sente que a deve exercer também em âmbito público, para defender a terra, a água e o ar, dádivas feitas por Deus Criador a todos, e antes de tudo para proteger o homem contra o perigo da destruição de si mesmo. Com efeito, a degradação da natureza está intimamente ligada à cultura que molda a convivência humana, pelo que, «quando a “ecologia humana”é respeitada dentro da sociedade, beneficia também a ecologia ambiental».[27] Não se pode pedir aos jovens que respeitem o ambiente, se não são ajudados, em família e na sociedade, a respeitar-se a si mesmos: o livro da natureza é único, tanto sobre a vertente do ambiente como sobre a da ética pessoal, familiar e social.[28] Os deveres para com o ambiente derivam dos deveres para com a pessoa considerada em si mesma e no seu relacionamento com os outros. Por isso, de bom grado encorajo a educação para uma responsabilidade ecológica, que, como indiquei na encíclica Caritas in veritate, salvaguarde uma autêntica «ecologia humana» e consequentemente afirme, com renovada convicção, a inviolabilidade da vida humana em todas as suas fases e condições, a dignidade da pessoa e a missão insubstituível da família, onde se educa para o amor ao próximo e o respeito da natureza.[29] É preciso preservar o património humano da sociedade. Este património de valores tem a sua origem e está inscrito na lei moral natural, que é fundamento do respeito da pessoa humana e da criação.
13. Por fim não se deve esquecer o facto, altamente significativo, de que muitos encontram tranquilidade e paz, sentem-se renovados e revigorados quando entram em contacto directo com a beleza e a harmonia da natureza. Existe aqui uma espécie de reciprocidade: quando cuidamos da criação, constatamos que Deus, através da criação, cuida de nós. Por outro lado, uma visão correcta da relação do homem com o ambiente impede de absolutizar a natureza ou de a considerar mais importante do que a pessoa. Se o magistério da Igreja exprime perplexidades acerca de uma concepção do ambiente inspirada no ecocentrismo e no biocentrismo, fá-lo porque tal concepção elimina a diferença ontológica e axiológica entre a pessoa humana e os outros seres vivos. Deste modo, chega-se realmente a eliminar a identidade e a função superior do homem, favorecendo uma visão igualitarista da «dignidade» de todos os seres vivos. Assim se dá entrada a um novo panteísmo com acentos neopagãos que fazem derivar apenas da natureza, entendida em sentido puramente naturalista, a salvação para o homem. Ao contrário, a Igreja convida a colocar a questão de modo equilibrado, no respeito da «gramática» que o Criador inscreveu na sua obra, confiando ao homem o papel de guardião e administrador responsável da criação, papel de que certamente não deve abusar mas também não pode abdicar. Com efeito, a posição contrária, que considera a técnica e o poder humano como absolutos, acaba por ser um grave atentado não só à natureza, mas também à própria dignidade humana.[30]
14. Se quiseres cultivar a paz, preserva a criação. A busca da paz por parte de todos os homens de boa vontade será, sem dúvida alguma, facilitada pelo reconhecimento comum da relação indivisível que existe entre Deus, os seres humanos e a criação inteira. Os cristãos, iluminados pela Revelação divina e seguindo a Tradição da Igreja, prestam a sua própria contribuição. Consideram o cosmos e as suas maravilhas à luz da obra criadora do Pai e redentora de Cristo, que, pela sua morte e ressurreição, reconciliou com Deus «todas as criaturas, na terra e nos céus» (Cl 1, 20). Cristo crucificado e ressuscitado concedeu à humanidade o dom do seu Espírito santificador, que guia o caminho da história à espera daquele dia em que, com o regresso glorioso do Senhor, serão inaugurados «novos céus e uma nova terra» (2 Pd 3, 13), onde habitarão a justiça e a paz para sempre. Assim, proteger o ambiente natural para construir um mundo de paz é dever de toda a pessoa. Trata-se de um desafio urgente que se há-de enfrentar com renovado e concorde empenho; é uma oportunidade providencial para entregar às novas gerações a perspectiva de um futuro melhor para todos. Disto mesmo estejam cientes os responsáveis das nações e quantos, nos diversos níveis, têm a peito a sorte da humanidade: a salvaguarda da criação e a realização da paz são realidades intimamente ligadas entre si. Por isso, convido todos os crentes a elevarem a Deus, Criador omnipotente e Pai misericordioso, a sua oração fervorosa, para que no coração de cada homem e de cada mulher ressoe, seja acolhido e vivido o premente apelo: Se quiseres cultivar a paz, preserva a criação.
Vaticano, 8 de Dezembro de 2009.
BENEDICTUS PP. XVI
FNA/RLsb, em festa de Natal'09
Em espírito de sã amizade decorreu no passado sábado (12.12.2009) o "Almoço de Natal'09", da FNA/Região de Lisboa.
A organização coube à FNA - Núcleo de Vialonga, que não se poupou a esforços para nos proporcionar uns óptimos petiscos e um dia bem agradável e em boa hora, decidiu ajudar uma instituição local que apoia deficientes, maiores de 16 anos.
Assim, não houve troca de prendas e, quem quis, levou géneros alimentícios ou material didáctico para uso dos utentes.
Todo o lucro do almoço reverteu também para a mesma causa.
No final a directora da instituição fez uma apresentação da mesma e apresentou uma loja de roupa masculina a funcionar nas instalações, fruto de uma parceria com uma marca de roupa.
No final, e porque o ano de 2010 vai ser o Ano Internacional da Biodiversidade, todos foram convidados a levar para casa uma ou várias alfarrobeiras para ter em casa ou plantar em jardins.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
FNA - realiza Boa - Acção, colectiva
Durante o último Conselho Nacional Extraordinário, da FNA, realizado a 21.11.2009, na Casa da Nossa Senhora do Carmo, em Fátima, a FNA realizou uma Boa - Acção (BA) colectiva.
Tratou-se de fazer uma recolha em dinheiro, com vista à compra de cadernos (sebentas), para enviar para a missão, em Moçambique, onde se encontra a Chefe Laura Vaz, da RAvr, a trabalhar como missionária leiga da Ordem dos Carmelitas Descalços.
Após a compra das referidas sebentas e mesmo antes do Natal'09, o material vai ser enviado. É responsável por esta operação a chefe Teresa Sousa, da RLsb.
FNA - Núcleo de Rebordões (RPrt), cumpriu a tradicional "CEIA DE NATAL'09"
A FNA - Núcleo de Rebordões (RPrt) cumpriu mais uma vez a tradicional Ceia de Natal no passado dia 12 de Dezembro.
Nela participaram os seus associados e suas famílias.
Desde a preparação da sala ao jantar foi tudo elaborado pelos seus elementos.
Durante o mesmo tivemos a companhia de música ao vivo o que deu mais alegria à cerimónia. O que não podia faltar eram as presentes, que são levados por todos e sorteados no momento da entrega.
FNA - Núcleo de Águeda, organiza magusto, nas instalações do CAE
Magusto'09 da FNA - Núcleo de Águeda
Ao longo do ano, a Quinta da Fonte Frade, um espaço situado em Paul, S.João do Monte, na Serra do Caramulo, um desses lugares digno de sonho, vive-se o escutismo tal e qual como o Fundador o criou.
Aqui você acorda com o canto dos pássaros e o cheirinho da Natureza sendo tudo passado na calada da manhã.
O galo canta às cinco da madrugada despertando todas as montanhas.
Antes mesmo do sol raiar a passarada entoa sinfonia nas árvores que rodeiam esta simples e modesta pradaria.
Ela fica bem ao lado da estrada que liga a outras localidades. Por ela passa o rebanho de ovelhas do Tónio da Corga da Serra. Na tardinha morena banhar nas águas da ponte velha é das coisas mais confortantes do universo.
Até então, a quinta, só servia para criar milho,couves, alhos e cebolas em tempo de cultivo.
Agora é Centro de Actividades Escutistas (CAE).
Quando a chuva chega é aquela transformação. Primeiro, o castanho das matas, depois dão lugar ao cinza. As noites convidam ao aconchego da lareira, e a terra exarca com as chuvas, e as corgas dão largas á sua imaginação.
Eis então, que a árvore frondosa com as suas sombras de verão, nos oferece algo picante, mas que lá bem no seu interior sabe á deliciosa castanha.
A caruma do pinheiro aliada até então, arde sobre aquela que tão resguardada foi.
Sai a castanha assada, que com aquela gerupiga da vinha aquí ao lado, nos dá as delícias mais puras da natureza presente neste magusto do Núcleo de Águeda.
Até ao ano se Deus quiser porque tudo se renova! Quando retorno, já não sou mais o mesmo, serei um homem novo.
sábado, 12 de dezembro de 2009
FNA - Núcleo de Lagoa (Algarve), na organização de festa de natal'09 - Sénior
Mais uma vez a FNA -o Núcleo de Lagoa, deu o seu contributo na Festa de Natal Sénior em Lagoa.
Organização dos Serviços de Acção Social do Municipio que juntou este ano cerca de 600 participantes.
Os oito Escuteiros Adultos (FNA) presentes deram o seu contributo nas várias fases do evento, deixando uma marca positiva num dos principais objectivos deste novo mandato da Direcção - O trabalho na Acção Social.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
FNA - Núcleo de Arrifes (Açores), na blogosfera
A FNA - Núcleo de Arrifes (Açores), já se encontra na blogosferra, com o seguinte endereço:
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Chefes dos Departamentos Nacionais, tomam posse
A 09.12.2009, na presença da FNA/DNac, na sede nacional, sita na rua das Chagas, o Presidente da FNA, Jorge Caria, deu posse ao Chefes dos vários Departamentos Nacionais, criados pela nova Direcção Nacional, eleita a 21.11.2009.
Os departamentos passam a ser chefiados por:
- Departamento Nacional de Formação e Expansão
- Associado Carlos Felix MANA
- Departamento Nacional do Ambiente
- Associado Paulo Jorge Paulino PAIAS
- Departamento Nacional de Radioescutismo
- Associado António Marques Mendes CARDOSO
- Departamento Nacional de Internet e Multimédia
- Associado Victor Manuel Pereira da ROCHA
- Departamento Nacional de Protecção Cívil
- Associado Carlos Veríssimo SANTANA
Após a assinatura do termo do posse, pela mão do Presidente da Direcção Nacional, foram distribuidos os respectivos distintivos de função e o distintivo Nacional, para uso no vertice do lenço.
FNA - Núcleo da Murtosa (RAvr), organiza concurso de presépios
Numa época em que os valores da família e da fraternidade são diáriamente esquecidos, numa subserviência quase total ao individualismo e à doutrina do lucro fácil - urge apelar às iniciativas da amizade, sã convivência e espírito altruísta.
O natal é a época por excelência para fazer tal apelo.
O presépio é o simbolo mais perfeito do desapojamento e da entrega a esses ideais que sentimos estarem ausentes em tantas situações da vida do mundo e que vale a pena viver e levar outros a tal vivência.
O Escutismo adulto, sente estes valores e deles naturalmente se orgulha.
Por isso, a FNA - Núcleo da Murtosa, nesta linha de afirmação criou o concurso de presépios de natal'09.
FNA - Núcleo de Alfena, organiza tarde cultural
Depois de no passado dia 8 de Novembro, a FNA - Núcleo de Alfena ter promovido uma tarde de fados, no último Domingo, dia 6 de Dezembro, promoveu uma tarde dedicada a danças e cantares.
Por volta das 15h00, no auditório do antigo cinema do Centro Social e Paroquial de Alfena, iniciou-se uma tarde entusiasta, onde estiveram presentes cerca de 80 artistas, distribuídos pelos diferentes grupos que fantasticamente alegraram o público com a sua performance.
A abrir o espectáculo de forma frenética e bastante barulhenta, como exigia a ocasião, esteve o grupo de amigos dos bombos de Água Longa;
De Sobrado, pudemos contar com o Espaço Dança, que colocou em palco cerca de 40 bailarinos, entre crianças, jovens e adultos, que apresentaram lindíssimas coreografias de temas tão conhecidos como o “Fame”;
Da Associação Cultural de Ardegães, as danças de salão, com 12 bailarinos, que encantaram os presentes, com os seus diferentes estilos, desde o cha cha cha, tango, valsa vienense, entre outros;
Da freguesia de Alfena, a jovem Raquel cativou pela beleza e brilhantismo dos seus diferentes estilos de dança: o hip-hop e a dança do ventre;
O rancho folclórico do Centro Social e Paroquial de Alfena, que levou ao rubro todos quantos quiseram também dar um pezinho de dança, juntamente com os seus bailarinos.
E como os espectáculos não vivem sem público, orgulhosamente o auditório do C.S.P.A. recebeu cerca de 250 pessoas que vibraram, encorajaram e aplaudiram todos os artistas presentes.
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